Novo filme de Jordan Peele como produtor chega aos cinemas.
Sinopse:
Cameron Cade é um quarterback em ascensão que sofre uma lesão que pode pôr fim à sua carreira após ser atacado por um torcedor descontrolado. Quando tudo parecia perdido, ele recebe uma tábua de salvação de seu herói, Isaiah White, que se oferece para treiná-lo em um complexo. No entanto, à medida que o treinamento acelera, o carisma de Isaiah se transforma em algo mais sombrio, levando Cam a uma situação desorientadora.
Nem sempre ter um nome forte como o de Jordan Peele na produção significa que o filme é bom. “Goat” prova exatamente isso. O longa usa muita violência física e psicológica para mostrar o impacto daquela loucura no espectador. “Goat” prometia uma história intrigante e, no mínimo, curiosa, coisa que até cumpriu, porém só isso. O longa tem uma estética interessante e um começo envolvente; ele tenta repetir a figura da pessoa por trás daquilo e a curiosidade, algo que Jordan Peele constrói muito bem, com diálogos mais sutis, além de uma construção e desenvolvimento de acontecimentos e personagens. No entanto, à medida que o filme avança, parece um tanto repetitivo: violência atrás de violência para mostrar o quão poderosa pode ser aquela figura. O filme não progride em sua história; os desenvolvimentos e os acontecimentos chocantes não têm tanto impacto na narrativa, além de um final expositivo que parece indicar que o roteirista estava sem ideias para finalizar o filme. Uma ideia intrigante e criativa que foi desenvolvida de um jeito genérico.

“Goat” é mais um dos filmes com ótimas ideias, porém com um desenvolvimento genérico que faz parecer mais do mesmo.

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