Sinopse:
No fim da década de 1990, uma família de seis pessoas se muda para uma nova casa na Ilha de Vancouver, enquanto as dinâmicas internas vão sendo lentamente reveladas pelas experiências da filha caçula, Sasha. Porém, essa tentativa de recomeço da família é ameaçada pelo comportamento cada vez mais perigoso de Jeremy, o filho mais velho.

Visto Na 49⁰ Mostra Internacional De Cinema De São Paulo
Quando assisti ao filme “Garça-Azul”, parecia mais um filme despretensioso, com memórias nostálgicas como “Aftersun”.

O filme muda de assunto de uma forma surpreendente, alterando o foco que antes era nas crianças para o seu irmão mais velho. Ele lida de maneira tocante e extremamente sensível com as tentativas de suicídio do irmão mais velho e a preocupação dos pais em tentar “consertar” o filho, desde a internação até a adoção. O filme brinca com as memórias, mostrando algo que parecia ser, mas, na verdade, é totalmente o oposto. A fotografia do filme é linda, e Sophy Romvari conta essa história de uma forma extremamente envolvente.

“Garça-Azul” não tem previsão de lançamento no Brasil; porém, é um filme extremamente tocante e sensível, que faz o espectador se preocupar junto com os personagens ao longo das situações.

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